
Olá, meu nome é DARLAN WILLIAM RIBATSKI e atendo/assino usualmente pelas alcunhas DW RIBATSKI ou DW RBTZK.
Sou do Sul do Brasil. Nascido em Curitiba, Paraná, terra dos Pinheirais em 08 de maio de 1982. Sou Taurino com ascendente em Touro e por coincidência nasci no Dia do Artista Plástico (!). Moro atualmente em São Paulo, Brasil.
Sou essencialmente um Artista Plástico. Trabalho também com Ilustração, Design, Publicidade aonde se encaixa também a produção de storyboards. Trabalho também com Arte Educação, que é minha formação acadêmica. Além disso produzo Histórias em Quadrinhos há muitos anos e de tempos pra cá passei a me considerar também Músico e produtor. Ou seja, fica claro que meu maior interesse na vida é Arte, seguido rapidamente por viagens, garotas e vontade de colaborar com o mundo de alguma forma, seja com ações práticas, seja estimulando discussões produtivas, seja criando arte para estimular a sutil movimentação interna.
Por isso já me meti com várias atividades que não exerço com frequência como: participação em filmes, animações, performances, fotografia, trilhas sonoras, literatura, discotecagem (bom, quem não é dj hoje em dia né?), etc.
Se pesquisar meu nome no Google, talvez encontre algumas coisas de que não me orgulho tanto, ou que fazem parte de outras épocas, mas a maioria das coisas faço questão de admitir e defender. rs.
Abaixo seguem algumas explicações sobre meu processo em cada uma das áreas citadas acima, por ordem, mais ou menos, cronológica:
histórias em quadrinhos Esta é a atividade que exerço a mais tempo, desde que não sabia ler, já ficava rabiscando, minha mãe lia quadrinhos pra mim, sem se concentrar no que realmente estava escrito nas histórias. Pouco depois eu montava meus próprios gibis, grampeando folhas sulfite e desenhando direto com caneta esferográfica.
Na pré-adolescência surtei e comecei a desenhar cerca de 1, 2 ou 3 "revistas"inteiras por dia. Meus pais não me deixavam nessa época sair muito, então talvez fosse por isso. Na escola eu dava um jeito de fugir para visitar os sebos e a Itiban. Na adolescência comecei a usar nanquim e fazer fotocópias dos meus quadrinhos, surgiram assim meus fanzines (você tem um? já são clássicos, rs). Os quais fazia junto com amigos e vendia muito barato (mesmo assim não vendia muito não).
Logo depois conheci os quadrinhos "alternativos" e descobri meu viés.
A maioria dos que fiz foram expostos em revistas, jornais, e principalmente no site da Nona Arte, do André Diniz e do Antônio Éder, que costumava publicar revistas virtuais completas no seu site (que hoje em dia é uma editora de verdade). As HQ's que estavam na Nona Arte ficaram um tempo num outro site, que pelo jeito já não funciona mais. Um dia eu ponho todas essas HQ'S pra download, aguarde.
Hoje em dia o tipo que mais me interessa são os experimentais, que se comunicam com as artes plásticas e/ou o cinema, mas mantendo as características exclusivas dos quadrinhos, por exemplo, o material publicado na Kramers Ergot ou pela Fantagraphics.
No momento tenho produzido muito menos quadrinhos que no passado, mas tenho um material próprio em processo (lento) e outro sendo produzido em parceria com Emilio Fraia para a RT Features. Álbuns!
publicidade Sempre trabalhei, paralelamente aos trabalhos pessoais, com publicidade.
Estagiei na Candyland Comics em 2005/2006. Lá trabalhei com, como consta no meu currículo: "ilustração, design, criação de conceitos visuais, finalização de arquivos, storyboard, produção, estamparia, plotagem, impressão, tratamento com cliente e prestadores de serviços".
Desde então tenho feito vários trabalhos freelance para todo tipo de empresa e finalidade. Fiz também vários storyboards para produtoras audiovisuais e vários filmes (curtas). Já pintei murais sob encomenda. Fiz algumas animações institucionais em parceria com a Par ou Ímpar Produções Audiovisuais. Já fiz material gráfico de eventos, cd's de bandas, etc. Fiz vários cartazes de shows para bandas, alguns para a Maamute, alguns para a Ruído Corp. e para a Agência Alavanca. Já trabalhei com estamparia de roupas. Meu último trabalho de ilustração foi uma ilustração para a edição 268 de agosto da Super Interessante.
artes plásticas Graças aos quadrinhos acabei me interessando por artes plásticas, primeiramente por pintura e hoje em dia gosto muito de várias vertentes, principalmente pintura, instalação e arte conceitual. Mais ou menos em 2000 comecei a separar a experiência de quadrinista com a de artista plástico, produzindo pinturas, primeiro figurativas e depois, lá por 2007 comecei a buscar o abstrato, mas seguindo ainda a idéia do desenho, com ênfase no traço de pincel com nanquim.
Coloro-os digitalmente. Estes trabalhos foram impressos como cópias e emoldurados. Parte da idéia era que estes viessem no formato "pôster", o que agregaria ao conceito. Um tipo de obra pop, barata, e lembrando Walter Benjamin: que abre mão da aura da obra original (que neste caso não existe, nunca exponho os desenhos originais, até porque sofrem modificações diversas após a digitalização.) A esse conceito somo algo que trabalhei paralelamente com a música eletrônica: a idéia de recorte/colagem. Fiz exposições no Wonka Bar e James Bar em Curitiba, no Wonka foi possível preparar todo o ambiente, fazendo uma espécie de instalação sutil. As pessoas podiam colorir alguns desenhos meus e ter acesso a cadernos de anotações de 3 anos.
Fui muito influenciado nessa época por Carla Barth, que me mostrou, além da sua própria, uma forte produção mundial de artes plásticas dedicados a participar ativamente da cultura de massa, mas com idéias fortes e profundas. Citando depoimento de Kim Gordon falando no livro 'Our band could be your life' de Michael Azerrad: "Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la".
Coloro-os digitalmente. Estes trabalhos foram impressos como cópias e emoldurados. Parte da idéia era que estes viessem no formato "pôster", o que agregaria ao conceito. Um tipo de obra pop, barata, e lembrando Walter Benjamin: que abre mão da aura da obra original (que neste caso não existe, nunca exponho os desenhos originais, até porque sofrem modificações diversas após a digitalização.) A esse conceito somo algo que trabalhei paralelamente com a música eletrônica: a idéia de recorte/colagem. Fiz exposições no Wonka Bar e James Bar em Curitiba, no Wonka foi possível preparar todo o ambiente, fazendo uma espécie de instalação sutil. As pessoas podiam colorir alguns desenhos meus e ter acesso a cadernos de anotações de 3 anos.
Fui muito influenciado nessa época por Carla Barth, que me mostrou, além da sua própria, uma forte produção mundial de artes plásticas dedicados a participar ativamente da cultura de massa, mas com idéias fortes e profundas. Citando depoimento de Kim Gordon falando no livro 'Our band could be your life' de Michael Azerrad: "Eu só pensei que deveria estar fazendo música. Parecia pra mim que esse era o próximo passo depois da POP ART, entrar diretamente numa forma popular de cultura ao invés de comentá-la".
Agora participo do grupo ATÉ MEIO QUILO/ALUGA-SE expondo em diversos estados numa espécie de exposição itinerante.
música Comecei meio sem querer a me meter com música (bem, não vou considerar minhas católicas aulas de flauta e piano na juvenilidade e nem minhas bandas cover, ok?) e tive minha primeira banda séria, punk em português, ainda na adolescência, chamava-se (como chamava mesmo?)...
Depois veio o LONELY NERDS' SONGBOX, no qual tocava junto a Rafael Panke, Débora Salomão, Diego Menezes, Rodrigo Legning e por um tempo Luiz Orta. Lançamos os disquinhos "While everyone was sleeping"(2003), "A single body on a bed for two"(2004) e "As An Infantile Underblanket Flyaway"(2006). Aprendi tudo com esse pessoal!
Depois o TELEVISORES que nunca lançou nada, mas algumas faixas podem ser ouvidas no myspace, junto a Álvaro Luz, Rodrigo Sielski e Alyssa Aquino. Tocamos umas duas vezes apenas ao vivo, nossa estréia foi junto a projetos (já enterrados) de Pedro D'eyrot e Rodrigo Gorky. Gravamos com Luiz Orta.
E o CONSTANZA que lançou "Quero matar seus ex-namorados"(2006), desta faziam parte Guto Gevaerd, Rafael Martins e Claudinha Bukowski. Nossas maiores realizações foi termos tocado no Poploaded, bem no começo, e na Funhouse em SP (Numa época melhor pra isso com certeza).
Depois rapidamente existiu o JANEIRO, que era junto com Marcell Boareto (que foi quem mais me influenciou a escrever em brasileiro, simplesmente fazendo um trabalho ótimo) e Álvaro Luz. O projeto não seguiu mas deu idéia ao próximo que viria, que foi o mais legal que já participei: JE RÊVE DE TOI.
O JRDT existia em parceria com CONSTANCE DANSKI, e vou te contar: que parceria! Envolvia todas as camadas. Fazíamos música eletrônica "caseira", em português. Nosso encontro marcou muitos corações (não é falsa modéstia, é carinho recebido de verdade). Lançamos "Voltaremos para os campos"(2008) e "A encruzilhada"(2009), gravados e produzidos por nós junto a Luiz Orta e Rodrigo Lemos. Os discos podem ser baixados gratuitamente no myspace, trama, fiberonline, etc.
Você ainda pode acessar nosso myspace e blogspot para ter uma idéia do que produzimos e quais os resultados, teve coisas legais, como sair na NME britânica, tocar no lançamento da VICE, fora nossas festas (desculpa vá?) históricas no Wonka e James Bar. Este projeto encerrou seu ciclo há pouco apesar de ainda haverem finalizações a serem feitas. Em breve espere por projetos novos e participações nossas em projetos alheios!
Além disso, ainda trabalhando com música, fiz 3 trilhas sonoras, duas para dança contemporânea de Giovani Tozi e uma para um filme de Thiago Daher. Além disso o JRDT juntamente ao Delta Cockers e Luiz Orta produziram uma versão de Wuthering Heights para o longa MORGUE STORY (no qual fiz também animações, além de ter feito ilustrações para a peça).
arte educação Sou formado desde 2005 pela Faculdade de Artes do Paraná e desde antes de ingressar na faculdade já trabalhava como professor de Histórias em Quadrinhos na Gibiteca de Curitiba em cursos semestrais.
Durante a faculdade fiz vários estágios, por projetos da prefeitura e por escolas (públicas e privadas). Trabalhei também na mostra Imagética em 2003 pela Fundação Cultural de Curitiba. Depois fui empregado, também pela FCC, para trabalhar no projeto "Cinema nos bairros". No começo deste ano trabalhei no Centro Cultural Banco do Brasil SP, como educador.
PARA VER MEU CURRÍCULO COMPLETO DE ALGUMA DESSAS ÁREAS, SOLICITE POR EMAIL, OK?
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